Mercado de trabalho para pessoas com Síndrome de Down

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Encontro sobre Síndrome de Down

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Criando uma sala de aula inclusiva

Imagem: www.inclusive.org.br

Imagem: www.inclusive.org.br

O ano escolar está começando e os professores em salas de aula regulares estão ocupados com o planejamento e a preparação de materiais de ensino, incluindo materiais curriculares diferenciados para os alunos com deficiência que estão em suas turmas.

Mas tão importante como a aplicação de desenho universal e instrução diferenciada é criar e manter uma cultura inclusiva para a classe… Uma cultura em que cada estudante se sinta tanto acolhido e incluído como aluno, quanto valorizado enquanto colega.

Estudos demonstram que uma cultura de classe inclusiva traz melhores resultados acadêmicos e sociais, além de promover a independência dos alunos com e sem deficiência.

Aqui estão algumas dicas práticas para professores que tentam criar ou melhorar a inclusão na sua sala de aula:

1) NÃO SUBESTIME O SEU ALUNO. Não assuma que um aluno com deficiência não será capaz de “fazer” algo, logo “não vale a pena o esforço”. Os alunos com deficiência intelectual ou cognitiva podem aprender as coisas de uma forma diferente ou levar mais tempo… Eles podem não aprender aquilo naquele momento, mas a aprendizagem é progressiva e algo sempre vai ser aprendido. Dizer a ele e seus colegas que você acha que ele pode fazer é a mensagem mais importante e inclusiva que você pode passar. Ao desencorajar o aluno, você contribui para a realização da profecia de que ele “não é capaz de aprender”, mas ao encorajá-lo, você o incentiva e reconhece seu potencial diante dele próprio e dos outros alunos. Leia mais

Negar vaga ou cobrar a mais de alunos com deficiência, agora é crime

negar

Confira a matéria veiculada no Fantástico, programa da Rede Globo.

http://g1.globo.com/fantastico/videos/t/edicoes/v/negar-vaga-ou-cobrar-a-mais-de-alunos-com-deficiencia-agora-e-crime/4777195/

“Precisamos deixar de olhar apenas para a patologia”, diz especialista em educação inclusiva

"Precisamos deixar de olhar apenas para a patologia", diz especialista em educação inclusiva Júlio Cordeiro/Agencia RBS

Foto: Júlio Cordeiro / Agencia RBS

Antes ilegal, negar vagas para crianças com deficiência em escolas regulares agora é crime previsto no Estatuto da Pessoa com Deficiência, em vigor há cerca de uma semana. A infração prevê multa e prisão de até cinco anos. Mesmo tida como um avanço na questão da educação inclusiva no Brasil, as escolas ainda precisam se especializar no atendimento das múltiplas deficiências.

Em entrevista para Zero Hora por telefone, a psicanalista especialista em Diagnóstico e Tratamento de Problemas da Infância e da Adolescência, doutora em Educação e professora da Faculdade de Educação da PUCRS, Maira Fabiana Brauner, afirmou que os estabelecimentos de ensino precisam deixar de olhar apenas para as deficiências, para conhecer as crianças com esses diagnósticos.

Entenda os principais pontos do Estatuto da Pessoa com Deficiência

O que a escola precisa ter para ser inclusiva?
Precisamos deixar de olhar para a patologia para poder enxergar a criança que está ali, e a acolher. Recursos materiais e técnicos são pontos importantes e necessários, mas não são determinantes. É preciso ter recursos humanos formados para a inclusão, o que envolve todos os funcionários da escola, do professor à merendeira ou o zelador. Todos precisam estar preparados para atender os alunos com deficiência.

No que a escola precisa avançar para alcançar a inclusão?

O que está faltando muito é o apoio ao professor, quem tem sido deixado de lado. Tenho deparado muito com o desamparo dos professores, que sofrem a angústia de ver que o ensino não está saindo como planejado. O projeto falha se não há espaços para ouvir e orientar o professor. Uma discussão que precisa ser feita é como cuidar dos profissionais que vão cuidar da inclusão do aluno.

Nas escolas particulares, passou a ser crime cobrar valores adicionais de pais de alunos com deficiência. Qual a importância da medida?
O que está sendo cobrado nos remete à questão de que os pais tem de pagar por causa de um diagnóstico, não temos de culpabilizar as famílias. Precisamos falar sobre como acolhemos a diferença. Nenhum aluno é o aluno ideal, mas o aluno possível.

Avanços do Estatuto da Pessoa com Deficiência
— Criminaliza discriminação, negativas em planos de saúde ou empregos
— Passa de 2% para 10% a frota de táxi adaptada
— Determina que 3% das unidades habitacionais custeadas com verba pública sejam adaptadas
— Determina que 10% das habitações de hotéis, pousadas e similares sejam adaptadas
— Reserva 2% das vagas de estacionamento para deficientes
— Determina que 10% dos computadores de telecentros ou lan houses sejam acessíveis

Fonte: ZH Educação

Direitos de pessoas com Síndrome de Down: transporte

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Passe Livre Federal é uma conquista das pessoas com deficiência.

Um avanço que trouxe mais respeito e dignidade ao deficiente.

Com o Passe Livre, a Pessoa com Deficiência vai poder viajar por todo o país. Use e defenda o seu direito. O bom funcionamento do Passe Livre depende também da sua fiscalização. Denuncie, sempre que souber de alguma irregularidade.

Faça valer a sua conquista.

Passe Livre Federal = Transporte Interestadual

http://www.transportes.gov.br/perguntasfrequentes/passe+livre

Lei Federal 8.899, de 29 de junho de 1994, é concedido o passe livre às pessoas com deficiência, comprovadamente carentes, no sistema de transporte coletivo interestadual.

Obs. É considerada carente a pessoa com renda familiar mensal per capita (por pessoa) igual ou inferior a um salário mínimo nacional.

Tipos de transporte que aceitam o Passe Livre – Transporte coletivo interestadual convencional por ônibus, trem ou barco, incluindo o transporte interestadual semi-urbano.

O Passe Livre do Governo Federal não vale para o transporte urbano ou intermunicipal dentro do mesmo estado, nem para viagens em ônibus executivo e leito e não dá direito a gratuidade para acompanhante. Passe Livre Federal = Transporte Estadual 1. Leia mais

Síndrome de Down

Partindo do pressuposto que a diferença é apenas um ponto de vista, o Interprograma aborda a desigualdade dentro da desigualdade – as diferenças existentes entre pessoas com Síndrome de Down, que incluem desde o desenvolvimento cognitivo e social até as condições financeiras de cada ser humano. Ana, ainda criança, faz equoterapia. Diandra, na adolescência, encontra no caratê disciplina e diversão. Kléber, já mais velho, mostra do que é capaz com ritmos musicais. Apesar das diferenças, os três, junto com as respectivas famílias, querem mostrar um outro ponto de vista: o da diversidade, da inclusão.

Fonte: TV Unaerp

Uma surfistinha que tira onda

Letícia tem síndrome de Down. Na foto, ela aparece surfando em uma prancha azul no mar. Em pé, Letícia se equilibra para surfar na onda. Com o surf, ela aprendeu que pode superar qualquer desafio.Letícia Maria Dias, 11 anos de praia. No vaivém das marés, ela surfa, diverte-se, deixa a plateia da areia encantada e tira onda. Fica em pé na prancha, de joelhos, rema, flutua, dropa. Aluna doAdaptsurf, ONG carioca que ensina o esporte a pessoas com deficiência, Letícia vai, há três anos, todo sábado com sua mãe, Luciana Dias, praticar surf na Barra da Tijuca.

“Ela adora os amigos, o convívio com o mar, o reconhecimento e o elogio das pessoas toda vez que termina de surfar. É muito bom ela perceber que é reconhecida e valorizada a cada onda que desce. O surf traz muitas alegrias a ela. E é o nosso programa de sábado, é um momento nosso, mãe e filha”, conta Luciana.

Ter certeza de que é capaz de superar desafios é, para sua mãe, o maior ganho que a prática proporciona para Letícia.

“Ela percebeu que basta focar. E isso vale para qualquer obstáculo de sua vida. O surf serve de exemplo para mostrar a ela que as dificuldades na escola são normais e que ela é capaz de superá-las, pois consegue algo muito mais desafiador, que é surfar”. Leia mais

Mãe solteira e decidiu adotar dois bebês com síndrome de Down

crédito da foto: The Guardian
crédito da foto: The Guardian

Quando eu tinha uns sete anos, a professora da escola pediu para imaginarmos nosso futuro. Eu escrevi uma redação dizendo que eu seria mãe, com um marido, e que teríamos dois filhos, um menino e uma menina. Era assim na casa em que cresci – e era isso que queria dizer família pra mim.

Mas as coisas acabaram sendo um pouco mais complicadas do que isso. Hoje, com 41 anos, eu tenho uma filha, Emily, de cinco, e um filho, Tom, de dois anos. Eu os adotei como mãe solteira e os dois têm síndrome de Down.

Eu tinha 35 anos quando o meu último relacionamento terminou e sabia que o tempo estava se esgotando para que o sonho de família que eu tinha, quando era menina, fosse realizado. Eu não queria desperdiçar minha vida esperando a chegada de um outro homem, inclusive porque ele poderia nunca chegar, ou chegar tarde demais. Eu já tinha sido mães de acolhimento (uma espécie de adoção temporária) por alguns anos e tinha pensado em adotar, mas sempre imaginei fazer isso com um parceiro. Agora eu teria que deixar de lado essa parte do sonho. Se eu quisesse ter a família que eu sempre quis, teria que ser sozinha.

Como professora de crianças com deficiência, eu sou fascinada pela forma como as pessoas são diferentes umas das outras. Depois que paramos de julgar, a diferença se torna algo bonito. Eu sentia que seria uma mãe melhor para crianças com deficiência e estava confiante que poderia oferecer um lar seguro e amoroso, onde eles iriam se sentir compreendidas e cuidadas. Então eu entrei em contato com uma ONG de adoção que eu sabia que tinha experiência em encontrar famílias para crianças com necessidades específicas. A ONG também oferece apoio às famílias depois da adoção, então eu sabia que não iria estar sozinha. Leia mais

Desrespeito no Terminal da Lauro de Freitas marca Dia Internacional da Pessoa com Deficiência

terminal

Enquanto pais e profissionais que trabalham com pessoas com deficiência se preparavam para realizar uma caminhada pela passagem deste dia, uma mãe foi desrespeitada por funcionários de uma empresa de transporte coletivo em Vitória da Conquista. Confira a matéria veiculada no programa UESB NOTÍCIAS, da UESB FM. A reportagem é de Milena Castro.

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