Projeto estimulação sensorial

Estimular os diversos canais sensoriais de forma integrada (visão, tato, olfato, paladar).  Favorecendo a criança reconhecer seu próprio corpo suas funções e as sensações, desenvolvendo a percepção sensorial, presentes em seu cotidiano.

TATO – Experiências com diferentes texturas, consistências e contato: percepção tátil de diferentes superfícies (lisas, crespas, ásperas e macias…), variação de temperaturas  (quente/frio). 

 

 

VISÃO – Experiências com diferentes intensidades de luzes, cores e contrastantes: nuance com luzes e cores (painel luminoso – amarelo/azul/vermelho/verde), contrastes – branco e preto / amarelo e preto/vermelho e preto;
AUDIÇÃO– Experiências com diversos sons e efeitos sonoros: percepção auditiva com sons variados, (músicas, ruídos e tons diversos). 
OLFATO – Experiências com diferentes odores e aromas: identificar diferentes cheiros,café, canela, camomila, hortelã etc.
PALADAR  – Experiências orais e com sabores: percepção gustativa, comparando dois sabores   azedo/doce, salgado/doce etc;

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“Meu pai, que tem síndrome de Down, me inspirou a ser a melhor pessoa possível”

Sader Issa, um estudante de odontologia do terceiro ano que mora na Síria, atribui seu sucesso e felicidade na vida ao amor e o apoio de seus pais. Na verdade, ele é tão orgulhoso de seus pais, especialmente seu pai, que ele quer que todos saibam que ele cresceu feliz e bem cuidado por um pai que tem síndrome de Down. Ele diz que pode não ter sido fácil, mas seu pai fez parecer que sim.

“Uma criança que cresce no colo de uma pessoa com síndrome de Down terá todo o amor e ternura que alguém possa oferecer”, disse Issa no vídeo abaixo, compartilhado pela terra natal da Sinfônica. “Isso levará a uma pessoa que tenha um bom equilíbrio emocional e social e seja capaz de conseguir o que quiser.”

Veja o vídeo, com legendas em inglês

شاب سوري يتحدث عن ابيه المصاب بمتلازمة داونوبعد ان اصبح طالب طب يتحدث عن فخره بأبيه هون بيخلص كل الحكي ❤️❤️

Posted by Symphony homeland on Wednesday, 3 April 2019

A maioria dos homens com síndrome de Down não pode ter filhos ou tem uma taxa de fertilidade menor do que a média masculina. Apenas cerca de metade das mulheres com síndrome de Down são capazes de ter filhos.

Issa disse que seu pai, Jad Issa, é como qualquer outro pai e trabalhou bastante na fábrica de trigo para sustentá-lo. Mas seu pai também é uma pessoa vulnerável e isso inspirou Issa a ser a “melhor pessoa por causa dessa pessoa que trabalhou duro”.

Quando seu pai o apresenta a alguém novo, Issa diz que ele fica cheio de orgulho. “É como se ele estivesse dizendo:” Eu tenho síndrome de Down, mas criei meu filho e fiz tudo para ajudá-lo a se tornar um médico que trata as pessoas. Eu estou orgulhoso dele.’”

Issa diz que o relacionamento de seus pais é como qualquer outro casal que está junto há décadas. Casados ​​por 23 anos, eles podem discordar às vezes, mas eles desfrutam “uma vida cheia de amor, simplicidade e humildade em todos os aspectos”.

Por causa de sua educação, Issa tem uma perspectiva única sobre a vida com síndrome de Down. Ele disse que seu pai é amado e respeitado por todos em sua comunidade, e está usando sua experiência de vida para pedir ao governo que respeite as pessoas que vivem com a doença, mesmo aquelas que ainda não nasceram.

“Para muitas pessoas, a idéia de uma mulher grávida de um bebê com síndrome de Down pode ser o pior cenário”, disse ele. “Você pode esperar que várias pessoas possam recorrer ao aborto. Se minha avó estivesse convencida dessa ideia, eu não estaria aqui com você. ”

Através do vídeo acima, bem como na mídia social e pelo menos uma entrevista de rádio, Issa se dedica a compartilhar a verdade sobre a síndrome de Down e lutar pelo direito à vida para aqueles diagnosticados com a condição antes do nascimento.

Com países como a Islândia se gabando de ter uma taxa de aborto de 100 por cento de bebês com síndrome de Down e os Estados Unidos abortando 67 por cento (ou mais) de crianças pré-natal com a doença, é vital que pessoas como Issa se manifestem. A verdade é que o aborto mata pessoas com síndrome de Down através de um ato violento de discriminação. Quando vemos que as pessoas com síndrome de Down são capazes de viver o que a sociedade julga serem vidas “normais”, torna-se aparente quão desumano é o aborto e que precisamos repensar como a sociedade vê as pessoas com deficiência.

Fonte: https://www.liveaction.org/news/father-down-syndrome-inspired-best-person/

Irmã ensina palavras a bebê com Down de uma maneira diferente

Um vídeo publicado no Facebook por Amanda Bowman Gray, uma inglesa de 40 anos, mãe de cinco filhos, reacendeu a discussão sobre a importância da educação inclusiva. Na publicação – que já ultrapassou 56 milhões de visualizações e tem quase 1,2 milhão de compartilhamentos, a irmã mais velha Lydia, de 11 anos, toca violão e canta ao lado do pequeno Bo, um bebê de dois anos com Síndrome de Down.

“Bo tem 25 meses de idade e tem um vocabulário de 12 palavras. Cada palavra que ela aprendeu passou pela música e pelo canto”, diz a mãe, que é casada com Caleb, de 26 anos, um músico, em sua rede social. ”É uma prova de que a terapia de música funciona”, complementa.

No vídeo, Lydia e seu irmão mais novo cantam a música You Are My Sunshine, do cantor norte-americano Johnny Cash. Segundo relatos da mãe ao portal Daily Mail, a canção, escolhida como música-tema do pequeno garoto por conta de sua história de vida, passou a ser cantada pela família na época em que Bo foi submetido a uma cirurgia no coração.

Segundo Rosangela de Lima Yarshell, pedagoga especialista em distúrbios de áudio-comunicação, portadores desta Síndrome respondem muito bem quando estimuladas. ”Este bebê mostra uma resposta muito positiva através da música”, diz ao #VirouViral. Ela diz, ainda, que não há nenhuma teoria que diga que uma criança nesta condição não possa aprender.

A opinião da pedagoga é endossada pelo livro Síndrome de Down, do neuropediatra José Salomão Schwartzman, que defende que o desenvolvimento da linguagem e execução de atividades diárias são possíveis, mesmo que o indivíduo apresente dificuldades na tomada de decisões e elaboração de pensamentos.

My daughter Lydia was watching Bo while I was in the shower. Came out to this. If she didn’t have a guitar I don’t know if she would know how to babysit him. This is her go to. It’s proof that music therapy works. Bo is 25 months old and has a 12 word vocabulary. Every word he has learned has been through music and singing.*If you would like to use this video it is now licensed with Storyful. All photos/stories are public on the page and do not need permission to be used, except this video. Thank you so much. https://storyful.com/

Posted by Amanda Bowman Gray on Monday, 15 January 2018

Rosangela destacou a utilização da música neste processo por conta do refrão e da repetição. ”Posso garantir que a repetição facilita o aprendizado, a memorização”, analisa. Ao blog, a especialista diz, ainda, que a dança, o desenho e os recursos de informática são importantes por estimularem outros componentes do sistema nervoso. Para ela, o documentário Do Luto à Luta, que conta a história de portadores da Síndrome de Down e a forma como se relacionam com o mundo, é um exemplo de como o acompanhamento cuidadoso pode ser benéfico para essas pessoas.

Fonte: Veja

É possível que um feto tenha síndrome de Down/T21 e esse diagnóstico não seja detectado no exame de translucência nucal?

A avaliação da translucência nucal, como diagnóstico de triagem neonatal, é um dos dados que deve ser acumulado a no mínimo mais dez outros itens de observação da ultrassonografia morfológica fetal e interpretada dentro do conjunto como o valor de alerta e não de diagnóstico.

É óbvio que quanto maior o número de sinais de alerta observados na ultrassonografia, maior a confluência para a possibilidade de um feto com cromossomopatia. 

É importantíssimo enfatizar que o único exame que de fato confirma o diagnóstico genético fetal é o estudo citogenético, que pode ser feito de várias formas, dentre as quais as mais rotineiramente realizadas e propostas são o estudo citogenético do líquido amniótico do vilo corial, portanto há de se entender que dados isolados de ultrassonografia fetal devem ter seus valores comparados e associados com o mais amplo perfil de investigação e não configuram uma confirmação ou uma exclusão diagnóstica.

Prof. Dr. Zan Mustacchi – CEPEC-SP

Elas são gêmeas, uma tem Down, mas a vida fez delas mãe e filha

Graziela e Rafaela Altino Gomes são irmãs, uma delas com síndrome de Down, mas a vida fez delas mãe e filha. As duas são gêmeas bivitelinas, geradas em placentas diferentes.

Um caso raro: 1 a cada 1 milhão de gêmeos bivitelinos nascidos, explica Graziela. Depois que a mãe delas morreu de infarto aos 50 anos (ela era separada do pai das meninas), em 2004, Graziela pediu a guarda de Rafaela.PUBLICIDADE

Nessa época, elas eram menores de idade e, desde então, tornaram-se praticamente mãe e filha. “Eu consegui a guarda de Rafaela há 12 anos. Em 2008, consegui a curatela dela (guarda de uma pessoa maior de 18 anos”, lembra Graziela.

elas são gêmeas vida fez delas mãe filha
Graziela e Rafaela são gêmeas bivitelinas, geradas por placentas diferentas

Graziela tinha apenas 17 anos: teve que amadurecer mais cedo que a maioria dos jovens de sua idade para superar a falta da mãe e cuidar da irmã gêmea. Não foi nada fácil.

“Eu tive um luto bem complicado. Sofri muito pra entender Deus, e o porquê… foi bem difícil para gente. Então eu me fechei pro mundo. Eu tinha tudo para ser ruim, depois da morte da minha mãe, não tinha muitas escolhas. Mas, fiquei por ela e aprendo a perdoar, sentir, querer viver com ela. Rafaela é minha vida. Não sei o que seria de mim como ser humano se não fosse ela”, diz Graziela.

elas são gêmeas vida fez delas mãe filha
“Sou sim a mãe dela, e amo ser!”

As duas hoje estão bem. Elas moram em Nova Cruz, no interior do Rio Grande do Norte, e eventualmente falam com o pai, que mora em outro estado. “Financeiramente não [temos problema]. Eu trabalho e Rafa tem a pensão dela, lutei pelos direitos dela. Somos simples, mas graças a Deus não nos falta nada material”, afirma a médica veterinária.

Sempre que pode, Graziela acompanha a Rafa na fonoaudióloga, na psicóloga, gastro, endocrinologista e na escola: a irmã estuda em uma escola adaptada e está no 7º ano. Aliás, este ano, pela primeira vez, Graziela aceitou ser homenageada na escola e receber o presente do Dia das Mães.

“Foi o primeiro Dia das Mães que aceitei participar na escola dela. Ela me pedia e nunca tinha conseguido ir, mas esse ano nós fomos. Foi duro, chorei muito. Hoje, eu consigo entender e sentir isso. Sou sim a mãe dela, e amo ser!

elas são gêmeas vida fez delas mãe filha

Recentemente, teve a festa de São João na escola e as duas também se divertiram: “Eu aprendi a coreografia para poder ajudá-la [na apresentação]”.

Graziela lembra que a boa relação com a Rafa se deve ao jeito da irmã: compreensiva, paciente, calma e serena, destaca. Pra finalizar, ela acredita que a história das duas vai além de serem gêmeas, mãe ou filha.

“Acredito que vai além de laços sanguíneos… A gente viveu outras vidas juntas, não sei como. Mas, sabe aquele negócio de gêmeos sentir as coisas dos outros? Nós somos assimEla é o que conheço de melhor nesse mundo.

elas são gêmeas vida fez delas mãe filha

Você conhece o VOAA? VOAA significa vaquinha online com amor e afeto. E é do Razões! Se existe uma história triste, lutamos para transformar em final feliz. Acesse e nos ajude a mudar histórias.

Fonte: SNB/Fotos: Arquivo pessoal

Programa Especial – irmãs gêmeas com síndrome de Down Thayane e Thamyres

Conheça a cafeteria de Santa Catarina em que todos os funcionários têm a Síndrome de Down

Ao todo são seis funcionários, entre fixos e equipe de apoio, garantindo inclusão no mercado de trabalho, além da possibilidade de estágios e experiências de acordo com as habilidades de cada um

Cafeteria Especial
Giorgio Sinestri e Delfino Andrade com os funcionários da Cafeteria Especial (Foto: Divulgação)

A Cafeteria Especial, em Blumenau, inaugurada em dezembro, tem um diferencial que chama atenção. Além da decoração aconchegante do ambiente, o atendimento merece destaque. Os sorridentes funcionários são pessoas com a Síndrome de Down, que convidam para uma experiência de acolhimento e olhar afetivo às inevitáveis diferenças.

Instalada no bairro Ponta Aguda, em Blumenau, a cafeteria tem disponível cardápio em braille e está sendo preparada com os cuidados da acessibilidade (Foto: Divulgação)

Ao todo são seis funcionários, entre fixos e equipe de apoio, garantindo inclusão no mercado de trabalho, além da possibilidade de estágios e experiências de acordo com as habilidades de cada um. Para montar o quadro de funcionários, os fundadores da Educare Desenvolvimento Humano, Giorgio Sinestri e Delfino Andrade, também investiram em treinamentos específicos.

— Os treinamentos iniciaram em setembro de 2017, antes de abrir a cafeteria, e acontecem com dois encontros mensais desde então. São aulas de culinária, comunicação, relacionamento interpessoal e atendimento ao cliente. Em 2019, iniciam aulas de barista, matemática financeira, libras e manipulação de alimentos. Estes cursos são para ajudar no uso do salário, no aprimoramento profissional e no desenvolvimento pessoal. A UFSC é parceira nos cursos, e a Educare Desenvolvimento Humano dá o suporte para o desenvolvimento pessoal – afirma Giorgio Sinestri.

cafeteria especial
Foto: Divulgação

A inclusão também está presente em acessibilidade. O cardápio está disponível em braille, oferecendo os tradicionais salgados, bolos, doces e tortas da região, lanches especiais sem glúten, sem lactose, veganos e vegetarianos, além do café expresso e da opção de café coado. Para o primeiro trimestre de 2019, a meta é adaptar todo o espaço com acessibilidade.

— Já aconteceram eventos com grupos de deficientes físicos, pessoas surdas e cegos, pois a comunidade sente que a Cafeteria Especial é um local que acolhe a todos. Famílias de cidades vizinhas vêm para conhecer o projeto e grupos de amigos têm realizado encontros – comenta Giorgio.

Parte dos lucros obtidos mensalmente com a cafeteria é revertida para a Associação Sorrir Para Down e a Apae Blumenau, parceiras do projeto.

Fonte: Revista Versar

Natação e Síndrome de Down

Hoje, nosso Blog tem a alegria de trazer a entrevista com a Professora de Educação física especialista em Educação Inclusiva, Hegle de Assis Pereira, Professora da UniFTC, Professora substituta Uneb e professora de natação e hidroginástica para pessoas com necessidades especiais. O nosso assunto é a Natação para Crianças com Síndrome de Down.

Hegles de Assis. Foto (Arquivo Pessoal)

Qual a importância da natação para crianças com deficiência (por exemplo, síndrome de down)?

A natação é um esporte aeróbico que fortalece pulmões e coração. Além do condicionamento físico, também pode trazer resistência muscular, flexibilidade, força, entre outros; isso falando em questões fisiológicas. Nas questões culturais e ambientais, podemos observar a natação como um esporte de inclusão, apesar do ato de nadar propriamente dito seja individual, no entanto, nas turmas as crianças são vistas não por suas deficiências físicas ou de qualquer outra ordem, mas pelo que ela consegue executar no meio líquido. As atividades lúdicas são extremamente importantes, visão o trabalho em grupo, a cooperação, a competição, a musicalização, o desenvolvimento e habilidades motoras gerais e específicas.

A partir de que idade deve ser iniciada?

O quanto antes as atividades forem iniciadas, melhor! O estímulo precoce, sobretudo em crianças com algum tipo de deficiência, será de grande valia. Nas academias brasileiras e de acordo a Sociedade Brasileira de Pediatria, o ideal seria começar as atividades aos 06 meses de idade, isso porque a criança estará imune a uma série de vírus e bactérias, além disso nessa fase ela já vai ter tomado varias vacinas, aumentando sua resistência a lugares insalubres como a piscina, quente, úmido e fechado.

Que respostas pode se esperar de uma criança neste esporte?

A natação trará diversos benefícios para as crianças. A primeira infância é a fase onde a criança mais aprende, quanto mais estimulada, mais ela se desenvolverá, isso porque crianças com Síndrome de Down também tem dificuldades no desenvolvimento motor. A natação trará habilidades motoras que desenvolverá grandes músculos, trabalhando coordenação motora grossa, pequenos músculos, trabalhando coordenação motora fina, além de desenvolver habilidades globais e específicas, agilidade, lateralidade, noção temporo-espacial, entre outros.

Eles podem treinar para competição?

Qualquer pessoa estará apta a participar de competições se houver treinamento. As crianças com SD requerem um pouco mais de atenção, paciência, flexibilidade, mas pelo fato de alguns não terem atrasos cognitivos consideráveis severo, podemos exigir nos treinos, observando volume, intensidade e frequência de treino. Eles podem e devem ser estimulados à participarem de competições. Através das competições as crianças aprendem ganhar, perder, cooperar, superar limites, saber seu potencial, conviver em grupo e sempre se superar!

Entrevista concedida a Júnior Patente

Descoberta da Síndrome de Down após o nascimento

Programa Especial – Cíntia, mãe com síndrome de Down

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