Porque o esporte é excelente para pessoas com Síndrome de Down

Crédito da foto: Edmílson de Lima – Imagens do Povo/Movimento DownUma atividade completa. Assim pode ser definida a ginástica artística, um esporte que tem sido praticado com sucesso por pessoas com síndrome de Down. Algumas características associadas à síndrome facilitam a realização dos exercícios. Além da diversão, crianças e adolescentes desenvolvem habilidades fundamentais para o seu desenvolvimento, como o equilíbrio e o fortalecimento muscular.

A palavra ginástica tem origem no termo grego gymnastiké e significa “a arte ou ato de exercitar o corpo para fortificá-lo e dar-lhe agilidade”. No caso das pessoas com síndrome de Down, os benefícios são ainda maiores. Para Cristiane Wolf, professora de ginástica artística da Academia Body Tech e do Clube de Regatas do Flamengo, ambos no Rio de Janeiro, a atividade é ideal para este público.

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Problemas de audição em pessoas com Síndrome de Down

Crédito: Paula Moreira FotografiaMuitas crianças e adultos com síndrome de Down têm problemas de audição. Segundo as Diretrizes de Atenção às Pessoas com Síndrome de Down do Ministério da Saúde, cerca de 75% das pessoas com a trissomia sofrem perda auditiva ao longo da vida. Nas crianças, as causa mais comum é o fluido no ouvido médio. O Movimento Down desenvolveu uma cartilha para orientar pais e profissionais sobre os principais problemas de audição que podem afetar pessoas com síndrome de Down, suas causas e tratamentos. Para ler a publicação, basta clicar aqui e baixar em formato PDF.

Acompanhamento nutricional de pacientes com Síndrome de Down atendidos em um consultório pediátrico

A Síndrome de Down (SD) é uma condição genética que compreende  aproximadamente 18% da população com comprometimento intelectual. Anualmente afeta cerca de 8 mil bebês brasileiros. Apresentam uma variedade de complicações tornando-os mais vulneráveis ao aparecimento de doenças. A inexistência de parâmetros antropométricos específicos e nacionais para todas as idades dificulta a avaliação do desenvolvimento pôndero-estatural, identificação de fatores de risco e prescrição adequada da terapia nutricional a essa população. Esse trabalho visou a definir o perfil antropométrico comparando-se resultados obtidos pelo emprego de dois padrões de referência indicados para classificar o estado nutricional de indivíduos com SD. Esta pesquisa avaliou 350 crianças com SD, de ambos os gêneros, com idades entre 0 e 11 anos, atendidas em uma clínica pediátrica de São Paulo, a partir da coleta de dados registrados em prontuários. Determinou-se o diagnóstico nutricional de acordo com as curvas de crescimento propostas por dois padrões de referência. A maioria das variáveis antropométricas, pelos dois padrões, foram superiores no gênero masculino. Considerando-se peso e estatura/idade percebeu-se que, utilizando-se o padrão internacional, encontram-se mais indivíduos eutróficos. Leia artigo completo.

Congresso Internacional Aprendendo Down

aprendendodown O Aprendendo Down/UESC e Federação Brasileira das Associações de síndrome de Down em parceria com as entidades anexadas realizarão o 2° Congresso Internacional no período de 3 a 5 de outubro/2013.
Fortalecer a Cidadania e reconhecer a Diversidade respeitando o Outro, é responsabilidade de cada um de nós, possível através da informação, estudo, pesquisa e sobretudo convivência.
Este é mais um momento de Aprender, Discutir, Compartilhar, Refletir e Fazer Valer…

Que a diferença seja o elo e que possamos garantir as conquistas, avançando mais ainda, deletando o passado, resgatando as pessoas, que por tanto tempo foram discriminadas e que estão ai, com habilidades e competências, agentes ativos nesta nova construção, onde Diversidade é verdade incontestável, sendo a Inclusão, um caminho para Autonomia.

Por Celia Kalil Mangabeira, Coordenadora do Evento

Uma entidade que merece nosso respeito

APAEVC

Programa Caminhos da Reportagem sobre Síndrome de Down

Reportagem sobre Síndrome de Down

Dia Mundial da Síndrome de Down

Sindrome de Down – Sugestões para crianças de 2 à 5 anos

Nesta fase da vida, surge a função simbólica, que permite o surgimento da linguagem, do desenho, da imitação. Neste momento, a criança passa a ser capaz de construir a imagem mental de um objeto, mesmo que ele não esteja mais lá.
Nesta fase também, a criança passa a explorar e conhecer outros ambientes, que vão além do familiar. Ela começa a se socializar, poderá ir à escola ou creche e o aprendizado toma outra forma. É importante que, nesta fase, comece a se dar limites para a criança, pois ela já consegue esperar por determinada situação. Os conceitos de tempo e espaço passam a fazer mais sentido.
Pode-se ainda estimular a criança a expressar suas necessidades, construir brincadeiras e ter acesso a brinquedos que a ajudem a entender melhor o mundo. Sua independência e autonomia começam a se desenhar nessa fase e são fundamentais para o futuro, quando ela estiver na escola, e na adolescência.

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Síndrome de Down – Dr. Drauzio Varela

Zan-MustacchiZan Mustacchi é médico responsável pelo Departamento de Genética Médica do Hospital Estadual Infantil Darcy Vargas e coordenador técnico do CIAM, Centro Israelita de Apoio Multidisciplinar. Evaldo Mocarzel, jornalista e cineasta, é autor de documentários importantes, como “Mensageiras da Luz, Parteiras da Amazônia”, “À Margem da Imagem” sobre os moradores de rua de São Paulo, “À Margem do Lixo” sobre os catadores de papel e “Do Luto à Luta” em que aborda especificamente a síndrome de Down.

No passado, a síndrome de Down era conhecida como mongolismo porque a fenda palpebral inclinada característica dos portadores lembra o formato de olhos dos orientais. Pessoas com Down apresentam outros traços peculiares – cabeça mais achatada na parte de trás, língua protusa, orelhas um pouco menores e implantadas mais abaixo, hipotonia muscular, uma linha única na palma da mão – e comprometimento intelectual.
A síndrome de Down, ou trissomia do cromossomo 21, é causada por um erro acidental na divisão das células durante a fecundação. Como se sabe, todos os tecidos do organismo são formados por coleções de células. O núcleo de cada uma delas contém 46 cromossomos, 23 herdados da mãe e 23 herdados do pai. Nos portadores da síndrome, em vez de dois cromossomos no par 21, existem três cromossomos iguais.

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