Cardiopatias congênitas afetam metade dos recém-nascidos com síndrome de Down

Cerca de metade das crianças nascidas com síndrome de Down apresentam algum defeito no coração ao nascer. Essas má-formações estruturais ocorrem nos três primeiros meses de gravidez, e nem sempre são detectados pelo ultrassom. Somente o ecocardiograma fetal bimensional com Doppler acoresor (ECO) pode determinar com mais exatidão a existência de um problema cardíaco.

Na décima segunda semana de gestação, pode-se medir a translucência nucal através de um exame de ultrassom. Medidas maiores que 3 mm são características de alguns problemas congênitos e, nesses casos, normalmente é recomendado um cariótipo (exame genético) e a realização de ECO fetal. Leia mais

Síndrome de Down: os novos incluídos

Problemas de audição em pessoas com síndrome de Down

destaque_audição1 Muitas crianças e adultos com síndrome de Down têm problemas de audição. Segundo as Diretrizes de Atenção às Pessoas com Síndrome de Down do Ministério da Saúde, cerca de 75% das pessoas com a trissomia sofrem perda auditiva ao longo da vida. Nas crianças, a causa mais comum é o fluido no ouvido médio. O Movimento Down desenvolveu uma cartilha para orientar pais e profissionais sobre os principais problemas de audição que podem afetar pessoas com síndrome de Down, suas causas e tratamentos. Para ler a publicação, basta clicar aqui.

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Com determinação e apoio, cada vez mais jovens com síndrome de Down chegam à universidade

O jovem Pedro Brandão, que acaba de ser aprovado no vestibular e vai cursar a universidade. A cada ano há mais pessoas com síndrome de Down chegando à universidade em todo mundo. O primeiro a conseguir completar o curso de magistério de que se tem notícia, em 2001 foi o espanhol Pablo Pineda. O Brasil é o pais da América Latina com o maior número de universitários com síndrome de Down. Aqui, a primeira jovem a se formar no magistério foi Débora Seabra, em 2005, e outras 25 pessoas cursam ou já concluíram a universidade (veja a lista aqui).

Veja a entrevista com Pablo Pineda

Em 2014, um dos aprovados no vestibular para o curso superior de Gastronomia na Universidade Paulista (UNIP), em São Paulo, foi Pedro Carrera, de 19 anos. O Movimento Down conversou com ele por email.

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Artes marciais ajudam pacientes com Down

Observatório Nacional de Educação Especial analisa de forma inédita a inclusão escolar no Brasil

Iniciativa promete trazer avanços para a educação inclusiva. Crédito da imagem: iStockEm uma iniciativa inédita na história da área de Educação Especial no Brasil, um grupo formado por mais de 200 pesquisadores está trabalhando de forma conjunta no Observatório Nacional de Educação Especial (ONEEsp), criado em 2010 e financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). O Observatório é uma rede de pesquisa que envolve 24 universidades de 18 Estados do País, sob coordenação de Eniceia Mendes, docente do Departamento de Psicologia (DPsi) da UFSCar. Entre os integrantes da rede estão professores e estudantes de graduação e pós-graduação espalhados por 59 municípios brasileiro. O objetivo é mapear de forma integrada a educação de estudantes com deficiências e, atualmente, o grupo avalia o programa de implantação de serviços de apoio do Ministério da Educação (MEC).

Até a década de 1960, a Educação Especial no Brasil acontecia primeiramente em escolas filantrópicas e particulares e, depois, em classes especiais dentro das escolas regulares da rede pública de ensino. Há apenas poucos anos teve início a construção da Educação Especial nos moldes conhecidos atualmente, integrada ao ensino regular. No entanto, embora projeções indiquem que o país pode ter de 5 a 10 milhões de pessoas em idade escolar com deficiências, segundo o Ministério da Educação apenas 700 mil estão matriculadas nas escolas públicas brasileiras.

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Inclusão no Mercado de Trabalho

Felipe Carvalho faz parte do programa Iluminar, da Light, no Rio de Janeiro. Crédito: Vitor Madeira/Imagens do PovA entrada no mercado de trabalho é um passo importante para que os jovens possam fazer a transição entre o mundo da infância e o mundo adulto. O excesso de preocupação por parte de familiares e amigos muitas vezes torna essa passagem difícil para as pessoas com síndrome de Down, principalmente pela forma com que elas são tratadas e pelas baixas expectativas em relação à sua função na sociedade.

As pessoas que não estão empregadas tendem a ter mais depressão e menos autoestima. Isso acontece porque o ambiente de trabalho ajuda os indivíduos a ganhar responsabilidades e desenvolver relacionamentos com grupos diversos. Além disso, favorece o desenvolvimento de habilidades cognitivas, mecânicas e de adaptação a diferentes situações, inclusive na vida pessoal.

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Um olhar sobre a inclusão

Como a educação possibilita a conquista da cidadania para os portadores de Síndrome de Down

Educar não é, nem nunca foi uma tarefa simples. É um ato que requer atenção, paciência, dedicação e, principalmente, afeto. Assim é para toda e qualquer criança e adolescente, não importa a origem, condição social ou intelectual. Sem cuidado, nossos filhos e filhas dificilmente alcançarão a plenitude de suas capacidades. Sem amor, a tarefa torna-se ainda mais difícil. Principalmente quando aquele que aprende requer dedicação ou atenções especiais, como bem sabem os pais de filhos com Síndrome de Down.

O direito à educação, para todas as crianças e adolescentes com deficiência intelectual, ou não, é garantido por diversas leis, documentos internacionais e, inclusive, pela Constituição Federal de 1988, que prevê o “atendimento educacional especializado gratuito aos educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, transversal a todos os níveis, etapas e modalidades, preferencialmente na rede regular de ensino” e o “acesso aos níveis mais elevados do ensino, da pesquisa e da criação artística, segundo a capacidade de cada um”.

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Porque o esporte é excelente para pessoas com Síndrome de Down

Crédito da foto: Edmílson de Lima – Imagens do Povo/Movimento DownUma atividade completa. Assim pode ser definida a ginástica artística, um esporte que tem sido praticado com sucesso por pessoas com síndrome de Down. Algumas características associadas à síndrome facilitam a realização dos exercícios. Além da diversão, crianças e adolescentes desenvolvem habilidades fundamentais para o seu desenvolvimento, como o equilíbrio e o fortalecimento muscular.

A palavra ginástica tem origem no termo grego gymnastiké e significa “a arte ou ato de exercitar o corpo para fortificá-lo e dar-lhe agilidade”. No caso das pessoas com síndrome de Down, os benefícios são ainda maiores. Para Cristiane Wolf, professora de ginástica artística da Academia Body Tech e do Clube de Regatas do Flamengo, ambos no Rio de Janeiro, a atividade é ideal para este público.

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Problemas de audição em pessoas com Síndrome de Down

Crédito: Paula Moreira FotografiaMuitas crianças e adultos com síndrome de Down têm problemas de audição. Segundo as Diretrizes de Atenção às Pessoas com Síndrome de Down do Ministério da Saúde, cerca de 75% das pessoas com a trissomia sofrem perda auditiva ao longo da vida. Nas crianças, as causa mais comum é o fluido no ouvido médio. O Movimento Down desenvolveu uma cartilha para orientar pais e profissionais sobre os principais problemas de audição que podem afetar pessoas com síndrome de Down, suas causas e tratamentos. Para ler a publicação, basta clicar aqui e baixar em formato PDF.

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