Princesa Alice –Toque de Amor

Ligado em Saúde – Sexualidade e Down

Já escolhi meu time do coração

A nossa pequena Alice está cada dia mais esperta, interagindo conosco e dando muitas alegrias. Outro dia, ganhamos uma camisa do ECPP Vitória da Conquista, time do coração do papai e da mamãe. E olha o que ela fez no primeiro dia que usou.

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Foi um tarde de emoções naquele 16 de fevereiro de 2014. A foto é de autoria da mamãe.

Vida Melhor – Entrevista com Marcelo Nadur – ‎”Síndrome de Down: relato de um pai apaixonado”

Estimulação precoce de crianças com SD

As crianças com síndrome de Down possuem um grande potencial a ser desenvolvido. Elas precisam, contudo, de mais tempo e estímulo da família e de especialistas para adquirir e aprimorar suas habilidades. Uma boa estimulação realizada nos primeiros anos de vida pode ser determinante para a aquisição de capacidades em diversos aspectos, como desenvolvimento motor, comunicação e cognição.

Um bebê com síndrome de Down é “molinho”, menos ativo; mas isto diminui com o tempo e a criança vai conquistando, embora mais tarde que as outras, as diversas fases do desenvolvimento. Mas, afinal, o que é a estimulação?

Estimular é ensinar, motivar, aproveitar objetos e situações e transformando-os em conhecimento e aprendizagem. É levar a criança, através da brincadeira, a aprender sempre mais. Pode parecer complicado, mas não é: basta acreditar que o bebê vai aprender e ter vontade de ensinar. A ajuda de profissionais como fonoaudiólogos, fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais é fundamental nesta etapa, pois eles vão analisar em que áreas a criança pode estar passando por dificuldades para criar um programa de apoio.

Crédito da foto: Edmilson de Lima/Imagens do Povo Leia mais

Legislação e Direitos

As pessoas com deficiência têm uma série de direitos garantidos por lei. Eles incluem direito a ter acesso à educação, a escolas inclusivas, a preferência de atendimento em hospitais públicos, a aprendizagem de um ofício, a mediadores, a transporte acessível e a benefícios sociais, entre outros. Leia mais

Cardiopatias congênitas afetam metade dos recém-nascidos com síndrome de Down

Cerca de metade das crianças nascidas com síndrome de Down apresentam algum defeito no coração ao nascer. Essas má-formações estruturais ocorrem nos três primeiros meses de gravidez, e nem sempre são detectados pelo ultrassom. Somente o ecocardiograma fetal bimensional com Doppler acoresor (ECO) pode determinar com mais exatidão a existência de um problema cardíaco.

Na décima segunda semana de gestação, pode-se medir a translucência nucal através de um exame de ultrassom. Medidas maiores que 3 mm são características de alguns problemas congênitos e, nesses casos, normalmente é recomendado um cariótipo (exame genético) e a realização de ECO fetal. Leia mais

Síndrome de Down: os novos incluídos

Problemas de audição em pessoas com síndrome de Down

destaque_audição1 Muitas crianças e adultos com síndrome de Down têm problemas de audição. Segundo as Diretrizes de Atenção às Pessoas com Síndrome de Down do Ministério da Saúde, cerca de 75% das pessoas com a trissomia sofrem perda auditiva ao longo da vida. Nas crianças, a causa mais comum é o fluido no ouvido médio. O Movimento Down desenvolveu uma cartilha para orientar pais e profissionais sobre os principais problemas de audição que podem afetar pessoas com síndrome de Down, suas causas e tratamentos. Para ler a publicação, basta clicar aqui.

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Com determinação e apoio, cada vez mais jovens com síndrome de Down chegam à universidade

O jovem Pedro Brandão, que acaba de ser aprovado no vestibular e vai cursar a universidade. A cada ano há mais pessoas com síndrome de Down chegando à universidade em todo mundo. O primeiro a conseguir completar o curso de magistério de que se tem notícia, em 2001 foi o espanhol Pablo Pineda. O Brasil é o pais da América Latina com o maior número de universitários com síndrome de Down. Aqui, a primeira jovem a se formar no magistério foi Débora Seabra, em 2005, e outras 25 pessoas cursam ou já concluíram a universidade (veja a lista aqui).

Veja a entrevista com Pablo Pineda

Em 2014, um dos aprovados no vestibular para o curso superior de Gastronomia na Universidade Paulista (UNIP), em São Paulo, foi Pedro Carrera, de 19 anos. O Movimento Down conversou com ele por email.

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