Projeto Tô Brincando Movimento Down e Correios

Aprender brincando é mais divertido e pode ser fundamental para o desenvolvimento de crianças com síndrome de Down. Criado por meio de uma parceria entre Movimento Down, Instituto de Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira (IPPMG) e Faculdade de Terapia Ocupacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o projeto TO Brincando Movimento Down e Correios trabalha com brinquedos e brincadeiras adaptados para favorecer o aprendizado de conceitos como linguagem, raciocínio lógico e percepção corporal.

A iniciativa prevê a construção de uma brinquedoteca com capacidade para beneficiar 72 crianças com síndrome de Down e outras dependências intelectuais nas dependências do IPPMG. O espaço está em construção e deverá ser inaugurado até o fim de 2013. Enquanto isso, a equipe de terapeutas ocupacionais do projeto já realiza o atendimento a um número menor de pacientes.

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A partir dessa experiência, as profissionais desenvolveram almanaques de atividades e guias para profissionais tendo como base em experiências com brinquedos conhecidos pelo público, como Pula Pirata, Quebra Gelo e Cara a Cara. As publicações, que integram a Coleção TO Brincando Movimento Down e Correios, trazem sugestões de uso, adaptações e pranchas de apoio pedagógico que podem ser aplicadas por pais e profissionais da saúde e da educação. Leia mais

Estudantes da UnB criam software gratuito para a alfabetização de pessoas com deficiência intelectual

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Configuração primária, poucas cores e vídeos em baixa definição. A julgar apenas pela aparência, o programa de computador Participar, criado por estudantes da Universidade de Brasília (UnB), poderia ser considerado uma ferramenta ultrapassada. Porém, essa plataforma educacional, simples do jeito que é, tem sido de grande valia para ajudar na resolução de um problema complexo. Fotos, filmes autoexplicativos e simulador de bate-papo auxiliam jovens e adultos com deficiência intelectual a se comunicar com o mundo.

Para fazer o download no site do projeto, clique aqui.

Testado durante dois anos em 650 centros de ensino do Distrito Federal e em unidades da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), o software teve aprovação geral. Seu resultado mostrou-se tão satisfatório que o Ministério da Educação decidiu levar o projeto para 93.000 escolas públicas do país a partir do próximo mês. Junto de outro aplicativo, batizado de Somar (veja abaixo), ele forma a única dupla de tecnologia do gênero que atende às necessidades educacionais desse público-alvo no Brasil. Leia mais

Dando uma voltinha de carro com o papai e a mamãe

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Dicas de prevenção de acidentes com crianças e adolescentes

PAULA-MOREIRA-FOTO-editÉ fato que todo pai e mãe se preocupam com a segurança de seu filho. Mesmo assim, crianças e adolescentes são alvo frequente de acidentes domésticos. Basta se distrair por um instante e os pequenos escalam estantes, saem correndo, colocam o dedo na tomada ou mesmo no fogo!

É preciso estar muito atento aos riscos cotidianos a que crianças e adolescentes estão expostos. Para conscientizar pais e responsáveis, foi criado o Dia Nacional de Prevenção de Acidentes com Crianças e Adolescentes, celebrado dia 30 de agosto. O Movimento Down adere à campanha e traz uma série de dicas para garantir a segurança de crianças e adolescentes.

No site da ONG Criança Segura é possível encontrar uma lista de orientações de prevenção importantes que valem para toda e qualquer criança.

No caso de pessoas com síndrome de Down, além das medidas básicas de segurança, outros cuidados devem ser observados, devido a características como hipotonia muscular, falta de equilíbrio e dificuldades de percepção e cognição.

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SUS passa a oferecer vacina contra hepatite A para crianças

vacinacaohepatitea-saude-edit-1.jpgA partir de julho de 2014, crianças de um a menores de dois anos de idade (um ano, onze meses e 29 dias) passarão a receber uma dose da vacina contra hepatite A. O Ministério da Saúde incluiu a vacina no calendário infantil. Com isso, o Brasil passa a oferecer, gratuitamente, 14 vacinas de rotina, garantindo todas as vacinas recomendadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS). A meta é imunizar 95% do público-alvo, cerca de três milhões de crianças, no período de 12 meses. A vacina é injetável, intramuscular na coxa.

O objetivo é prevenir e controlar a hepatite A e, dessa forma, imunizar, gradativamente, toda a população. O esquema vacinal preconizado pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde, prevê uma dose única da vacina. Será feito o monitoramento da situação epidemiológica da doença no país para definir a inclusão ou não de uma segunda dose no calendário da criança. Para o início da vacinação, estados e municípios já receberam 1,2 milhão de doses. Outros lotes da vacina serão encaminhados, ainda este ano e no decorrer de 2015, para atender 100% do público-alvo. A data para início da vacinação será definida por cada estado.

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Quadrinhos

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Um garotinho esperto que adora sua família. Uma menina aventureira e seu cachorrinho Rufus. A nova amiguinha da menina “mais forte do mundo”. Um menino louco por discos e pela namorada. O que todos têm em comum? São personagens com síndrome de Down que estão brilhando em histórias em quadrinhos e desenhos animados no Brasil e no mundo.

O primeiro é Logan, protagonista da tirinha A Vida com Logan, de Flavio Soares. Há três anos, o cartunista retrata de forma bem-humorada o cotidiano com seu filho Logan, que nasceu em 2004 com síndrome de Down, sua mulher e o filho mais novo do casal.

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